Uma das tarefas que os candidatos que farão o CACD 2013 muito provavelmente enfrentarão é o Resumo. Digo muito provavelmente tanto porque historicamente essa tarefa tem sido uma constante nas provas de terceira fase (se avaliarmos as provas desde 2001, apenas no ano de 2008 não houve Resumo), quanto porque as habilidades que são testadas com essa tarefa são de fato muito relevantes para aqueles que almejam a carreira de diplomata. Dada, então, essa probabilidade, é muito importante que os candidatos saibam como abordar essa tarefa para que possam ter maiores chances de obter uma boa avaliação.

A prova de inglês da terceira fase vale um total de 100 pontos, os quais estão, desde 2009, assim divididos: 50 pontos para uma Redação, 20 para uma Tradução, 15 para uma Versão, e 15 para um Resumo. A única informação que o último Guia de Estudos (2012) trouxe sobre os critérios de avaliação do Resumo é que “o candidato deve apresentar capacidade de reelaborar, de forma concisa e coerente, o texto proposto. São critérios de avaliação a objetividade, a precisão, a clareza e a concisão do texto, além naturalmente da correção e propriedade no uso da língua inglesa”. Apesar de os Guias de Estudos não dizerem como são atribuídos esses 15 pontos, é possível observar duas coisas nas marcações que os examinadores fizeram nos espelhos das correções das provas dos dois últimos anos:

1. Ao lado do texto elaborado pelos candidatos, havia uma marcação que ia de 1 a 6, e associada a essa marcação havia, para cada número, uma nota de zero a dois pontos (variando entre 0,0 – 0,5 – 1,0 – 1,5 – 2,0). Veja três exemplos extraídos de espelhos de três candidatos:

Exemplo 1                 Exemplo 2               

2. A final do texto, o examinador conferiu a nota dividida em duas partes: summary (que foi a soma dos pontos atribuídos à numeração 1 a 6) e use of English. Veja três exemplos extraídos dos espelhos dos três candidatos, respectivamente:

Sendo assim, apreendemos que 12 pontos foram atribuídos a summary – ou seja, à capacidade de o candidato resumir cada um desses seis pontos principais do texto de forma objetiva e concisa – e os outros 3 pontos foram atribuídos a use of English, sendo essa uma nota global de gramática e vocabulário. Isso quer dizer que os erros de precisão gramatical não foram descontados como na Redação (na qual para cada erro o candidato perde entre 0,5 e 1,0 ponto) e que a habilidade principal sendo testada nessa tarefa é a de concisão – ou melhor, a “objetividade, a precisão, a clareza e a concisão do texto”.

Tendo isso em mente, sugiro abaixo alguns passos que podem ser seguidos para a produção do Resumo:
1. Em primeiro lugar, leia o enunciado e o texto com muita atenção.
Certifique-se de que você compreendeu tanto as instruções quanto o texto em si. É bem comum acontecerem erros de precisão no Resumo porque o candidato leu o texto apressadamente e entendeu alguma informação de forma equivocada.
2. Pense na estrutura do texto que você leu.
Qual é a tese do autor? Quais argumentos ele agencia para corroborar essa tese? Quais exemplos ele usa para ilustrar esses argumentos? Conseguir identificar o que é argumento e o que é exemplo é importante porque o resumo deve ter foco na argumentação – alguns exemplos podem ser muito brevemente mencionados para não deixar as ideias vagas, mas eles não são o foco do seu texto.
3. Faça anotações sobre o conteúdo.
Fazer anotações é importante porque dá a oportunidade de destacar algumas palavras-chave do texto, muitas das quais o candidato terá que parafrasear já que o Resumo deve ser escrito em suas próprias palavras.
4. Organize suas anotações em um plano.
Pensando em como vai apresentar aquelas informações de forma objetiva, coerente, clara e concisa, organize suas anotações pensando em como essas ideias estarão dispostas em seu resumo – tendo em mente também a separação dos parágrafos. Nesse sentido, procure também já pensar nas conjunções que usará para conectar os parágrafos e as frases, conjunções as quais deixarão seu texto mais coeso.
5. Agora sim, comece a escrever seu resumo.
Escreva seu resumo com base em suas anotações – isso deve ajudar a economizar tempo e a escrever com suas próprias palavras. Além disso – e isso é muito importante – mantenha sua linguagem concisa e direta. A tarefa do Resumo não é o lugar adequado para você mostrar que sabe usar estruturas gramaticais avançadas ou mesmo uma linguagem mais “formulaica” – deixe isso para a Redação. Lembre-se: a parte de use of English vale apenas três pontos, e é mais importante, nesse sentido, fazer paráfrases mais concisas e precisas das ideias do texto do que utilizar uma linguagem idiomática.
6. Conte o número de palavras.
Não há qualquer indicação no Guia de Estudos sobre o que acontece se o candidato escrever mais de 200 palavras; assim, não sabemos se o examinador para de ler na ducentésima palavra ou se desconta pontos a cada palavra a mais. Dessa forma, siga as instruções à risca: não escreva mais de 200 palavras. Se você ultrapassar esse limite, diminua seu texto até atingi-lo.
Já aqueles que são mais concisos e conseguem terminar o Resumo em 180, 170 palavras, sugiro que aproveitem esse “saldo de palavras” para incluir mais informações – desde que isso não interfira na coerência do desenvolvimento do seu texto. Afinal, eu já vi em alguns espelhos de candidatos a seguinte anotação do examinador:

7. Terminado o texto, faça uma correção cuidadosa.
Muitas vezes ao cortar palavras e expressões inteiras para chegar à marca das 200 palavras, acabamos precisando mexer na concordância verbal, nos pronomes etc. Releia seu texto procurando identificar possíveis imprecisões gramaticais. Além disso, se houver tempo, faça uma correção pensando nos erros que você sabe que tem uma maior tendência a cometer (por exemplo, com o uso do artigo definido).

Se a prova de inglês de terceira fase for temática, como foi a do CACD 2012, pode ser uma boa ideia começar a prova pelo Resumo, já que a leitura do texto a ser resumido vai provavelmente ajudar a ativar vocabulário e ideias a respeito do tema – o que ajudará tanto com as traduções quanto, e talvez principalmente, com a Redação. Além disso, é importante que o candidato tenha algum planejamento do tempo que gastará em cada tarefa na terceira fase, já que dispõe apenas de quatro horas no total. Essa é uma decisão subjetiva, pois depende muito das facilidades e dificuldades que cada um tem com cada uma das tarefas, mas uma sugestão seria gastar cerca de uma hora no Resumo, 30 minutos na Tradução, 30 minutos na Versão e duas horas na Redação – já contando com o tempo das correções e de passar a limpo os rascunhos, se for o caso.

Cheers!

Encontre agora no blog as provas de inglês (TPS e Terceira Fase) e os guias de estudos do CACD dos anos de 2007 a 2012.

Cheers!

 

 

Foi disponibilizado ontem, dia 25/07, o resultado provisório da terceira fase no site do CESPE.

Como já era de se esperar, dado o nível de dificuldade da prova de inglês deste ano, a média das notas ficou abaixo daquela do ano passado: em 2011, a média de pontuação ficou um pouco abaixo dos 62 pontos; neste ano, a média não chegou a atingir os 55 pontos. Por sua vez, a nota mais alta em 2011 foi 89,00; já em 2012, a nota mais alta foi 85,00.

O prazo para a interposição de recursos vai até amanhã, dia 27/07, às 18h.

Cheers!

 

Como já vimos no post sobre o que é e como se aprende vocabulário, a aquisição de vocabulário depende sobretudo de uma abordagem sistemática e disciplinada. Ler artigos em inglês, por exemplo, certamente pode ajudá-lo a conhecer novos itens de vocabulário, porém se esses itens não forem armazenados de forma correta e completa, revisitados com certa frequência e utilizados criativamente, é possível que você não consiga recuperá-los quando mais precisar deles. Nesse sentido, o objetivo deste post é falar de um software que pode ajudá-lo com o armazenamento e a revisão de novos itens de vocabulário.

Tendo em mente que para aprender um novo item de vocabulário é preciso associá-lo a outras coisas e é preciso vê-lo mais de uma vez, é altamente aconselhável que aqueles que queiram ampliar seu vocabulário adotem algum tipo de método para armazenar os novos itens de vocabulário. Alguns alunos anotam as novas expressões em cadernos divididos em colunas: em uma coluna, escrevem a nova expressão em inglês; na outra, a tradução; nas seguintes, possíveis regências, sinônimos, antônimos etc. Outros alunos fazem isso numa planilha em Excel. Já ouvi falar também de alunos que usam fichas. Minha dica é um software super simples, alimentado pelo próprio aluno, chamado CueCard.

Trata-se de um freeware no qual você insere aquilo que quer memorizar. Após a inserção, você pede para o software fazer um quiz e você pode ver de quantos itens conseguiu se lembrar e o que exatamente precisa rever. Após uma série de quizes, o próprio software começa a focar naquilo com que você está apresentando maior dificuldade – e inclusive oferece estatísticas. Basta que você alimente o software corretamente – o que não é difícil, pois ele é bastante intuitivo. Ele oferece uma série de study modes, opções de importar e exportar e, para os mais apegados ao papel, opções de impressão. Para fazer o download (gratuito) do software, basta clicar aqui.

Apesar de o objetivo desse post ser armazenagem e recuperação de novo vocabulário, não se esqueça de que o input e o uso criativo também são etapas essenciais da aquisição de vocabulário. Para um input eficiente, não fique apenas na leitura de artigos e livros em inglês: adote um livro com uma abordagem sistemática de ensino e aprendizagem de vocabulário (veja dicas aqui). Quanto ao uso criativo, não há como saber se você realmente aprendeu o vocábulo de forma ativa se você não o utilizar. Assim, procure sempre utilizar novas expressões quando estiver fazendo exercícios escritos, principalmente exercícios no modelo da composition.

Cheers!

A prova escrita de inglês deste ano já está disponível no site do CESPE/UNB. Clique aqui para baixá-la (formato .pdf)

Cheers!

A prova de inglês da terceira fase este ano teve como tema geral a China. A Tradução A trouxe um texto sobre a Guerra do Ópio; a Tradução B, um sobre a decadência econômica chinesa no século XIX; o Resumo, um a respeito da posição da China quanto aos BRICS; e a Composition teve como tema interesses Chineses nos BRICS.

Os comentários gerais dos candidatos têm ressaltado, sobretudo, a dificuldade que a Tradução A apresentou, pois o texto original trazia muitas expressões cuja tradução para o português era muito complicada (como “motley”, “bungling”, “dithering” etc.). A Tradução A, que era tradicionalmente vista como a tarefa mais fácil – ou melhor, menos difícil – da prova, provavelmente abaixará a média de muitos candidatos. Por sua vez, o tema da Redação também suscitou muitos comentários nesse sentido. O tema foi algo como “considering China’s strategic objectives, comment on how its participation in the BRICS might fit into this framework”.

Se você está fazendo a terceira fase, o importante agora é não se deixar abalar: a Tradução A foi, aparentemente, difícil para todos e não há nada que se possa fazer agora sobre a prova de inglês. Mantenha o foco nas próximas provas e quando tiver terminado a terceira e a quarta fase, pense nos recursos – lembre-se de que quando os espelhos saírem, você terá menos de 48 horas para interpor recursos.

Agora, se você está se preparando para a prova de 2013, fica aqui minha impressão pessoal de que essa é uma prova de poucas “tendências”: é preciso estar pronto para todas as possibilidades, praticando a tradução, o resumo e a composição de textos os mais variados e procurando expandir, de forma sistematizada, seu conhecimento de vocabulário. Apesar de as provas de inglês do CACD terem declaradamente o objetivo de avaliar se os candidatos têm conhecimentos “avançados” de inglês, na realidade o que elas têm selecionado são candidatos proficientes nesse idioma.

Cheers!

(P.S.: Agradeço os comentários dos meus alunos sobre a prova – comentários os quais possibilitaram esse post – e desejo a todos “boas provas” nesta reta final!)

Partindo do pressuposto de que todos nós somos capazes de melhorar nossa habilidade de writing por meio da percepção e da prática de alguns princípios básicos relacionados a uma escrita clara, concisa e coerente, este primeiro post sobre writing trata de um dos requisitos mais essenciais para uma escrita clara: evitar o abstrato.

As frases normalmente são compostas por palavras de diversas classes gramaticais e geralmente incluem um ou mais substantivos. Há muitos tipos de substantivos (nouns) em inglês, porém o que nos interessa neste post são os concretos e os abstratos. Um substantivo concreto é algo que é perceptível, tangível – algo que se pode tocar, ver, como “wood”, “blood”, “hair”. Substantivos abstratos fazem referência a ideias, conceitos, qualidades, estados mentais: “beauty”, “fascism”, “doubt”, “truth”, “fear”. Não há problema algum em usar substantivos abstratos, desde que sejam empregados da forma correta. O problema com o uso de substantivos abstratos é que, muitas vezes, ao usá-los, acabamos por esvaziar de significado algo que estamos tentando expressar.

Analisemos, por exemplo, a palavra “aspect”. O uso dessa palavra está correto quando a empregamos para falar sobre a forma como uma paisagem, um problema ou uma situação pode ser vista: “When looked at from the aspect of Britain’s interests the proposal is unsatisfactory”. Entretanto, quando a palavra é usada com o sentido de “part” ou “consideration”, a frase acaba não tendo um sentido muito claro: “The government must consider the economic aspect”. Esse tipo de uso de substantivos abstratos acaba exigindo que o leitor interprete (e muitas vezes “superinterprete”) o que o autor quer dizer.

Uma forma de evitarmos essa falta de clareza em nossa expressão escrita é nos certificarmos de que estamos utilizando os substantivos abstratos de forma adequada. Isso pode ser feito tanto ao garantirmos que estamos empregando os substantivos abstratos de forma correta (como no primeiro exemplo com a palavra “aspect”) quanto ao tentarmos “bring them down to earth” – isto é, usar substantivos concretos ou mesmo exemplos que possibilitem que o que se entende por aquela ideia ou aquele conceito abstrato fique mais claro.

Outra forma seria evitar o uso de alguns substantivos abstratos simplesmente “rephrasing” aquilo que inicialmente pensamos ou já escrevemos. Na lista a seguir, podemos ver alguns exemplos de substantivos abstratos empregados de formas pouco claras e sugestões de como tornar essas mesmas frases e ideias mais claras:

Attitude – The countries adopted a menacing attitude. The countries started to act menacingly.
Availability – Supplies will be subject to limited availability. Supplies will be limited / scarce.
Basis –  They do it on a regular basis. They do it regularly.
Capability, capacity –  Iraq has a chemical warfare capability/capacity. Iraq has chemical weapons.
Element – There was a rebel element in the village. There were rebels in the village.
Factor –  We must not forget the unemployment factor. We must not forget unemployment.
Level –  The general level of conduct was satisfactory. Generally, conduct was satisfactory.
Manner – He spoke in a reckless manner. He spoke recklessly.
Nature –  They made arrangements of a temporary nature. They made temporary arrangements.

Cheers!

(Adaptado de “Improve your Writing Skills”, Collins, 2009)

http://www.cespe.unb.br/concursos/DIPLOMACIA2012/

Em matéria publicada pelo jornal O Globo, Maurício Costa, diplomata e fundador do curso Atlas, dá dicas para a segunda fase e afirma que  os candidatos não devem interromper a leitura e os exercícios das línguas estrangeiras (inglês, espanhol e francês), mesmo antes de completarem a segunda fase. É uma forma, ele garante, de manterem atualizado o conhecimento que já adquiriram nessas disciplinas.

Leia aqui o artigo na íntegra!

Cheers!

A prova de inglês do TPS 2012, seguindo a tendência das provas anteriores, deixou claro que o vocabulário é um dos principais componentes sendo avaliados. Das 12 questões, pelo menos cinco delas estavam estritamente ligadas ao conhecimento de itens de vocabulário.

Mas o que é “vocabulário”?

Normalmente, quando pensamos em vocabulário, pensamos em palavras. De fato, as palavras compõem a organização lexical dos idiomas, porém não de forma exclusiva. Isso quer dizer que aprender vocabulário não quer dizer apenas aprender palavras. Para aprender vocabulário, segundo Michael McCarthy (1990), é preciso compreender:

– Formação de palavras:é preciso conhecer prefixos e sufixos (make – making), palavras derivadas (re-make), palavras compostas (make-believe) etc.

– Unidades de multi-palavras: phrasal verbs (look up to, give in) e expressões idiomáticas (have a sweet tooth, do all the donkey work).

– Colocação (Collocations): é preciso reconhecer quais palavras mais provavelmente ocorrem juntas (make a trip or do a trip? depend on or depend of?).

– Relações de Sinonimia: é importante conhecer palavras que têm o mesmo significado, porém sempre com a ressalva de que não há sinônimos absolutos, pois há variações em termos de regência (begin = start, mas dizemos start the car, não begin the car) e formalidade (girl = gal, porém gal é informal).

– Polissemia: muitas palavras quando ocorrem em contextos diferentes apresentam significados bastante diferentes (por exemplo, “bat” = morcego E taco de beisebol).

Esses são apenas alguns dos aspectos de compõem a organização lexical dos idiomas. O que é importante ressaltar, nesse sentido, é que aprender vocabulário não é aprender palavras, mas sim significados.

Como se dá a aquisição de vocabulário de uma língua estrangeira?

Não se conhece de forma detalhada como a mente organiza o vocabulário. O que se sabe é que não se deve presumir que a mente organiza o vocabulário de uma língua estrangeira assim como o faz com a língua mãe (Channell, 1998). O que se pode afirmar, de forma resumida, é que a aprendizagem efetiva de vocabulário se dá através de três operações mentais:

– Input: o vocabulário é inserido de alguma forma na mente
– Armazenamento: o vocabulário é mantido na mente e não se perde
– Recuperação: o vocabulário é recuperado toda vez que necessário para uso

Como isso interfere na forma como você estuda vocabulário?

Entender o que é vocabulário e como ele é adquirido quando do estudo de um idioma estrangeiro nos leva a refletir sobre como podemos estudar vocabulário de uma forma mais eficiente. Seguem algumas dicas:

1. Foco em Vocabulário!

Sem qualquer sombra de dúvida, para aprender mais vocabulário e de forma mais eficiente, é preciso fazer atividades e exercícios que tenham este foco – e não apenas esperar que com alguns exercícios de leitura, por exemplo, o vocabulário será aprendido. Existem diversos livros que têm abordagens sistemáticas quanto à aquisição de vocabulário que podem ser grandes aliados nesse sentido. Outra opção, muito apropriada para quem se prepara para o CACD, é ler artigos de revistas como The Economist com foco no vocabulário: destacar palavras desconhecidas, procurá-las em um dicionário monolíngue, notar se há mais de um significado, quais são as regências possíveis etc.

2. Armazene e Reveja!

Faça um caderno ou uma planilha de novo vocabulário para que você possa revê-lo de tempo em tempo para aumentar suas chances de recuperar esse vocabulário quando precisar.

Nessa lista, não escreva apenas as palavras e expressões novas e suas traduções: anote também a classificação sintática das palavras, como elas podem ser transformadas em substantivos ou advérbios (formação de palavras), quais são os verbos e as preposições mais comum com aquelas palavras (regência), sinônimos, antônimos etc.

3. Mantenha o Vocabulário Sempre Ativo!

Procure usar expressões novas em exercícios escritos – como simulados de redação. É uma boa forma de testar seus conhecimentos e manter esse vocabulário sempre ativo, pronto para ser usado em uma situação de prova!

No próximo post darei dicas sobre livros que podem ajudar na aquisição de vocabulário!

Cheers!