Para comemorar o quarto aniversário do nosso CACD Inglês Book Club, leremos um grande clássico distópico: 1984, de George Orwell!

Winston Smith vive na cidade de Londres, Oceania. É membro do Partido que governa Oceania e que controla tudo. O Big Brother, líder onisciente do Partido, parece tudo observar através de seus mecanismos de vigilância. O Partido está inclusive tentando implementar uma língua inventada para evitar rebeliões e até mesmo o pensamento crítico. Winston trabalha no Ministério da Verdade, alterando registros históricos de acordo com as necessidades do Partido. Mas Winston se sente oprimido… Será que o Partido é capaz de controlar até mesmo o amor?

Publicado em 1949, o romance trata de temas tão atuais como os perigos do totalitarismo, o controle da informação e da história, a linguagem como forma de controle do pensamento e a manipulação psicológica!

Leitores em nível avançado podem ler a obra original (disponível em diversas edições). Leitores em nível alto-intermediário (CACD Step by Step, Step 4) podem ler a versão do Macmillan Readers. Leitores em nível intermediário (CACD Step by Step, Step 3) podem ler a versão do Eli Readers.

Comentaremos a leitura em nosso grupo no Telegram ao longo dos meses de fevereiro e março, quando nos reuniremos, via Zoom, para discutir a obra e fazer uma atividade de tradução comparada (data a definir)!

É aluno do CACD Inglês e ou do Curso Ideg e quer entrar em nosso clube de leitores? Basta preencher este link!

Cheers!

Selene

Nossa última leitura de 2022 será um clássico da ficção estadunidense: The Great Gatsby, de F. Scott Fitzgerald!

Publicado em 1925 e ambientado na Long Island da década de 1920, o romance é um comentário social da Era do Jazz. Triunfo e tragédia caracterizam a história de Jay Gatsby, o emergente empreendedor obcecado por Daisy Buchannan, representante da elite americana e casada com o bruto aristocrata Tom Buchannan.

Os leitores em nível avançado podem fazer a leitura do texto original (há diversas edições disponíveis, inclusive para Kindle). Para leitores em nível intermediário (CACD Step by Step, Step 3), há uma edição simplificada da Macmillan Readers. Para leitores em nível pré-intermediário (CACD Step by Step, Step 2), existe uma edição facilitada da Penguin Readers.

Nosso encontro será apenas no fim de janeiro (via Zoom, como sempre), então teremos cerca de dois meses para nos dedicarmos a essa leitura!

As atividades do CACD Inglês Book Club são gratuitas e exclusivas para alunas e alunos do CACD Inglês e do Curso Ideg.

Quer fazer essa leitura conosco? Preencha este link para participar de nosso grupo no Telegram e saber mais!

Boa leitura e Boas Festas!

Nossa atividade do clube de leitores em novembro será um pouco diferente do usual: leremos o primeiro capítulo de Raízes do Brasil, de Sergio Buarque de Holanda, tanto na versão original quanto na versão em língua inglesa!

Não há dúvidas de que Raízes do Brasil é, como disse Antônio Cândido, “um clássico de nascença”. É uma das obras fundadoras da historiografia e das ciências sociais brasileiras e, com seus mais de 80 anos, continua a inspirar o pensamento crítico sobre nossa sociedade. 

Nos últimos anos, a reflexão sobre Raízes do Brasil foi exigida pela banca do CACD diversas vezes. Nos anos de 2007, 2009 e 2010, por exemplo, os candidatos se depararam com trechos da obra na prova de língua portuguesa; em 2017, Raízes do Brasil caiu na prova de francês; e em 2015 e 2018, foi na prova de inglês que a obra se fez presente, na tarefa da tradução na direção português – inglês.

Nossos objetivos com essa leitura de novembro são diversos: refletir sobre a relevância da obra, avaliar sua tradução para a língua inglesa, pensar na terminologia relacionada à história do Brasil e conversar sobre desafios e estratégias para a tarefa da versão na prova discursiva de inglês!

Nosso encontro está marcado para 25 de novembro, às 20h, via Zoom! É aluno do CACD Inglês e/ou do Curso Ideg e quer participar? Basta preencher este formulário!

É com muita alegria que anunciamos que nossa leitura do mês de julho em nosso clube de leitores será em língua espanhola!

Sob a curadoria de Cris Huffel, professora de espanhol do Curso Ideg, este mês leremos La gallina degollada, um conto de Horacio Quiroga! Nosso encontro para a discussão da obra será em 4 de agosto, quinta-feira, a partir das 20h, via Zoom!

É aluno do CACD Inglês e/ou do Curso Ideg e quer participar dessa leitura? Basta inscrever-se aqui!

Hello, ceacedista!

Este ano, convidei alguns candidatos aprovados (alunos e não-alunos) para responder a perguntas sobre sua preparação para as provas de inglês do CACD e sua visão sobre a prova. Bruno Abaurre foi o primeiro candidato a gentilmente responder às perguntas que lhe enviei, e aqui compartilho suas respostas!

Como foram seus estudos de língua inglesa antes de iniciar seus estudos para o CACD?

Fiz curso de idiomas como atividade extracurricular desde muito jovem. Durante o Ensino Médio, fiz um programa “duplo”, em que tinha aulas em inglês do currículo americano. Mais tarde, fiz um mestrado em direito (LLM), de 1 ano de duração. Então, considerava ter nível avançado de inglês.

Como você se preparou para a prova objetiva de língua inglesa?

Simulados e um curso intensivo (8 aulas) no mês anterior ao TPS.

O que achou da prova objetiva de inglês este ano?

No geral, considerei que o TPS tinha um nível semelhante ao de anos anteriores, à exceção do texto de Shakespeare, cuja linguagem me pareceu uma novidade em comparação com o que vinha sendo cobrado até então. O pior problema me pareceu a resposta aos recursos; considero essa etapa (recursos) muito problemática em todas as fases do CACD, e no TPS de inglês não foi diferente. É uma fase menos transparente e as respostas aos recursos não ajudam (eg, justificam por que mudam / anulam, mas não justificam por que mantêm certas questões inalteradas que foram questionadas) e há problemas de inconsistência (eg, questões mantidas que deveriam ter sido anuladas/alteradas e não são). O edital não detalha o que é importante / requisito nos recursos, que viraram realmente uma nova fase.

Na preparação para a prova discursiva, você acha importante fazer exercícios com correção individualizada?

Sim, extremamente importante. Foi o que mais busquei e o que mais tive dificuldade de encontrar.

Qual foi sua estratégia para os estudos de vocabulário? E de collocations, em particular?

Não tive uma estratégia específica para estudo de vocabulário, porque considerava que, com base nos simulados e nas provas anteriores, essa não era uma área de fraqueza relevante. Me concentrei mais no estudo de coligações, que me preocupavam mais. Fiz o curso de Colligations and Collocations e foquei bastante nesse aspecto nas correções individuais.

Como você desenvolveu sua competência tradutória para nossa prova?

Fiz exercícios com correção individualizada e explorei muito os exercício dos Manual da Funag da Sarah Walker. Mas me concentrei na versão, que considero mais difícil. No entanto, a minha pior nota da prova de inglês foi a tradução, o que considero um resultado de certa negligência com esse exercício (deveria ter feito mais exercícios) e também da correção / recursos, que me pareceu muito problemática (ie, marcação de erros gramaticais que não são erros e recusa a conceder a nota mesmo que certo uso de vírgulas fosse idêntico ao do modelo).

Em que ordem você realizou as tarefas de segunda fase este ano? Quanto tempo levou em cada tarefa? Conseguiu fazer rascunho de alguma tarefa?

Refleti muito sobre a ordem dos exercícios, e cheguei em uma conclusão que foi muito boa para mim: 1) tradução (porque é exercício de português, então diferente dos outros, e te expõe ao inglês “passivamente”, ajudando o cérebro a entrar no “ritmo”); 2) resumo (porque te expõe ao inglês “passivamente”, ajudando o cérebro a entrar no “ritmo”); 3) composition (porque é a tarefa mais importante e não queria que fosse a última); e 4) versão (porque é a mais desafiadora linguisticamente, então achava bom ter tido umas horas de trabalho em inglês antes, e porque tem as menores notas historicamente). Não sei exatamente o tempo que demorei em cada exercício, mas em inglês esse aspecto não foi um grande problema: terminei com uns 30 minutos de antecedência. O resumo é o exercício que mais me tomou tempo.

O que achou dos novos critérios de correção da prova discursiva?

Imagino que a questão se refira ao fato de o “conteúdo” (CSC, FID etc.) impactar a nota de CGPL. Se esse é o caso, apesar de a correção em tese ficar mais rígida, me parece um bom caminho. Até então, acredito que o “conteúdo” tinha um peso muito pequeno diante da CGPL, e acho que esse modelo contempla melhor a importância desse aspecto. Além disso, este ano a correção parece ter sido muito mais leniente que a do ano de 2020-21, o que é bom; considero problemática a rigidez adotada no ano anterior.

Como você avalia a atuação da banca na correção da sua prova discursiva?

No geral, avalio bem, especialmente quando comparada à atuação no ano passado (2020-21). Uma exceção foi o exercício de tradução, cuja correção considero ruim (ie, marcação de erros gramaticais que não são erros e recusa a conceder a nota mesmo que certo uso de vírgulas fosse idêntico ao do modelo).

Você chegou a interpor recursos contra as correções de inglês? Se sim, quantos pontos conseguiu após os recursos? Acha que as respostas aos recursos foram satisfatórias?

Sim, fiz diversos recursos. Ganhei 1,69 ponto (nota final: 87,81). Considero que as respostas foram satisfatórias, à exceção do exercício de tradução.

Por quanto tempo você se preparou para o CACD? Durante esse período, fez dedicação exclusiva aos estudos para o CACD?

Me preparei por 1 ano e 2 meses, com dedicação exclusiva e de maneira muito intensa.

Quais foram os maiores desafios que você, pessoalmente, enfrentou ao longo da preparação?

A intensidade da preparação, que resultou em certo sacrifício no campo da vida pessoal. Ainda, a incerteza quanto à prova (nunca tinha feito as discursivas), quanto tempo demoraria para passar (se é que passaria) etc., tudo isso adiciona um peso significativo na rotina de estudos.

Você acha que a prova de língua inglesa está entre as provas mais decisivas na fase discursiva? Quais provas considerou decisivas este ano?

Sim, considero a prova de inglês bastante decisiva, porque as notas oscilam muito. Neste ano, isso aconteceu também com Economia, me parece. Por isso, considero que foram as provas mais decisivas deste ano.

Por fim, você tem alguma dica de ouro para dar aos candidatos que seguem na preparação?

Não sei se considero “dicas de ouro”, mas considero boas recomendações: 1) quanto a línguas estrangeiras, constância (ainda que em sessões de estudo curtas) em vez de sessões de estudo muito longas/intensas e espaçadas); e 2) mais vale conhecer bem o seu material (cadernos, apostilas etc.), ainda que não seja totalmente completo, do que tentar abraçar o mundo (eg, aprofundamento de maneira mais acadêmica e “sofisticada”), sem fixar o conteúdo mais “básico” (essa talvez seja mais polêmica, mas para mim funcionou).

Com o CACD 2022 chegando ao fim, já podemos retomar nossas atividades do CACD Inglês Book Club!

Em uma votação dos membros do clube de leitores, decidimos voltar às leituras de textos clássicos em língua inglesa. Assim, no mês de junho, voltamos a nossas atividades de leitura extensiva com um clássico fantasmagórico (mas também muito humoroso): leremos The Canterville Ghost (1887), de Oscar Wilde!

Quando a família Otis se muda dos Estados Unidos para Canterville, na Inglaterra, logo ouve falar que sua nova casa é assombrada. Inicialmente descrente de fantasmas, a família aos poucos toma contato com os mistérios de Canterville Chase. Em um conto no qual os estereótipos da decadência aristocrática inglesa e da vulgaridade americana são levados aos extremos, Oscar Wilde nos leva a refletir sobre temas como perdão e vingança, aparências e realidade, empatia e amor.

Participantes que já têm conhecimentos avançados do idioma podem fazer a leitura do texto original (veja aqui). Existe uma versão facilitada do texto da Penguin Readers para leitores em nível alto-intermediário (veja aqui). Participantes com conhecimentos básicos de língua inglesa podem fazer a leitura da versão do Macmillan Readers (veja aqui).

O CACD Inglês Book Club tem como objetivos centrais desenvolver o gosto pela leitura em língua inglesa e promover atividades de extensive reading (saiba mais aqui). Também faremos nossa tradicional atividade de tradução, com o objetivo de desenvolver a competência tradutória!

Nosso encontro para a discussão do conto será em 1o. de julho, sexta-feira, a partir das 20h, via Zoom!

Essa é uma atividade gratuita, e todos os alunos do CACD Inglês e/ou do Curso Ideg estão convidados a participar! Caso você ainda não esteja em nosso grupo, junte-se a nós clicando aqui!

Cheers!

Selene

Dear ceacedista,

Este ano, devido ao curto tempo que temos entre a realização da prova de primeira fase e preparação final para a prova de segunda fase, infelizmente não conseguirei comentar questão a questão, como normalmente faço, ou aqui no blog, ou no YouTube. No entanto, deixo aqui alguns comentários sobre itens contra os quais acredito caber recurso. Vale apenas ressaltar que o fato de eu só comentar estes quatro itens não significa que vejo todos os outros itens como bem formulados ou como não passíveis de questionamentos.

*Atenção: estou comentando a prova de tipo “A”

QUESTÃO 35.4 (“The text argues that the artistic expressions…”)

O autor do texto não argumenta que as “expressões artísticas” teriam sido transitórias, mas sim que a mitologia criada a respeito do destino holandês teria sido um fenômeno transitório. O autor afirma que “This was potent mythology, to be sure. But it would have been ephemeral, had it been just the self-serving fancy of a few humanist intellectuals and grandees.” O referente de “it” é “potent mythology”, não algo que se referisse estritamente à expressão artística.

QUESTÃO 39.1 (In the sentence “look about the room”…)

Em “look about the room”, “about” é preposição, não advérbio. É uma preposição que conecta o verbo “look” ao sintagma nominal “the room”. O verbo “look”, nesse contexto, é um “prepositional verb” (Cf. BURTON-ROBERTS, N. Analysing Sentences: An Introduction to English Syntax. Harlow: Pearson, 2011: 78), ou seja, requer como complemento um sintagma preposicional. 

Como vemos no verbete do dicionário “Lexico”, da Oxford Dictionaries, a preposição “about” pode ter o sentido de “used to indicate movement within a particular area”, e uma das abonações do verbete é justamente “she looked about the room” (Disponível em <https://www.lexico.com/definition/about>. Acesso em 17/4/2022).

QUESTÃO 40.2 (“Despite setbacks in handling…”)

Quando a assertiva afirma que “the Portuguese have been able to maintain a commercial presence in some parts of the Chinese territory”, o tempo verbal usado no item (Present Perfect) conecta tempo físico passado a tempo físico presente. Nas palavras de Quirk et al, o Present Perfect é “past with current relevance” (QUIRK, R; GREENBAUM, S; LEECH, G; SVATVIK, J. A Grammar of Contemporary English, Harlow: Longman 1972: 91). No entanto, o texto é sobre o século 16 e o início do século 17 e não faz qualquer comentário sobre a presença comercial dos portugueses na China no século 21.

QUESTÃO 42.2 (in line 14, the word “both”…)

“Double bussiness bound” não poderia ser o referente de “both”, já que o referente desse pronome deveria ser um sintagma nominal. 

O pronome “both” é classificado como um “non-specific deictic” e, como tal, deve ser núcleo de um sintagma nominal elíptico. “Both”, portanto, refere-se ou a um “single nominal group” ou a “separate noun groups” (HALLIDAY, M.A.K.; HASAN, Ruqalya. Cohesion in English. London: Routledge, 2013: 155-157).

Para melhor compreensão do texto, podemos pensar na ordem direta da linha 12, que seria “And, like a man bound to double business”, trecho no qual, conforme a própria interpretação da banca no item 42.1, teria o sentido de “And, like a man constrained by double business”. Nota-se, portanto, que o referente de “both” é o sintagma nominal “double business”, não “double business bound”.

Seguindo nosso projeto de, em 2022, nos dedicarmos à literatura pós-colonial produzida em países da África, da Ásia e do Caribe, em fevereiro leremos Civil Peace, de Chinua Achebe!

O conto foi publicado em 1971 e nos mostra o contraste entre a devastação da Guerra Civil Nigeriana e a atitude positiva de Jonathan Iwegbu, um homem que se considera sortudo por ter sobrevivido à guerra.

Nosso encontro do Book Club acontecerá em 21/2, a partir das 20h, via Zoom! É uma atividade gratuita para alunos do CACD Inglês e do Curso Ideg!

Quer participar? Basta preencher este formulário!

Nossa primeira leitura de 2022 será The strange story of the world, de Chigozie Obioma!

Ambientada na Nigéria, a história é narrada por um filho, que se lembra de quando seu pai perdeu tudo: emprego, dinheiro, status — e até parte de sua família. A personalidade do pai, sua forma de se relacionar com pessoas e o mundo, as tradições e superstições da cultura Igbo são magicamente reveladas na prosa de Obioma, um jovem escritor nigeriano que é considerado o herdeiro de Chinua Achebe. O conto foi publicado na revista Granta em 2019. 

Chigozie Obioma nasceu em 1986, em Akure, Nigéria, e traz muito da cultura Igbo em sua escrita. Hoje vive nos Estados Unidos, onde é professor de Literatura na Universidade de Nebraska–Lincoln. Seus livros The fishermen (2015) e An orchestra of minorities (2019) foram indicados para o Booker Prize. 

Desde dezembro de 2021, o CACD Inglês Book Club tem se dedicado à leitura de autores do Sul Global. Nosso clube de leitores é uma atividade gratuita e já conta com a participação de quase 300 alunos!

Nosso encontro será em 24/1, a partir das 20h! Quer juntar-se a nós? Preencha este formulário! 🙂

Neste mês de dezembro, nosso clube de leitores se dedicará à leitura de Refugee Tales – Volume III.

Refugee Tales é uma série de livros que resultou de um projeto realizado pelo Gatwick Detainees Welfare Group (GDWG), um grupo de apoio a imigrantes que foram detidos por período ilimitado na região do aeroporto de Gatwick (Londres). A série é inspirada em histórias desses imigrantes, contadas por autores como Abdulrazak Gurnah, vencedor do Prêmio Nobel da Literatura em 2021, e Bernardine Evaristo, vencedora do Booker Prize em 2019 junto com Margaret Atwood. De acordo com os organizadores do projeto 28 Tales for 28 Days, o Reino Unido é o único país da Europa que detém refugiados indefinidamente.

Assista a The Arriver’s Tale, contado por Abdulrazak Gurnah!

A série de livros já chegou a seu quarto volume, mas leremos o terceiro volume juntos. O livro pode ser adquirido via Kindle, e o valor é revertido para o GDWG.

Nosso encontro do clube de leitores se reunirá via Zoom em 20/12, a partir das 20h, para compartilharmos as histórias desses refugiados!

Quer participar? Preencha este formulário e seja bem-vind@ ao nosso CACD Inglês Book Club!